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VILA FERNANDO: Sino desaparece de centro educativo

O Centro Educativo de Vila Fernando, em Elvas, está a saque desde que o Ministério da Justiça decidiu enviar para casa, e com vencimento, os funcionários que zelavam pela segurança do espaço.

O estado de abandono é tal que nem a GNR recebeu qualquer queixa das dezenas de furtos. Primeiro, desapareceram objectos de valor, como um crucifixo em marfim, e até as alfaias agrícolas. Posteriormente, foram as mobílias e portas blindadas. O sino, pelo seu peso, era o único objecto de valor da antiga colónia correccional.

Na passada semana, a população surpreendeu-se quando reparou que na torre do pátio central estava apenas o lugar do sino, objecto de cobre com 114 anos. "Comentava-se que qualquer dia era o sino. Acabaram por o levar", referiu José Carlos Freitas, 46 anos, antigo auxiliar educativo da instituição que acolheu, em mais de um século, jovens problemáticos de todo o País.

Dividido por vários edifícios, numa área de 30 hectares, o centro fechou no dia 31 de Dezembro de 2009. O último jovem saiu fez ontem três anos. Na altura, o Ministério da Justiça prometeu uma cadeia de alta segurança para aquele espaço, com capacidade para mil reclusos. Mas o investimento de 40 milhões, prometido para 2009, não passou do papel. Em Agosto desse ano, os últimos 23 funcionários que zelavam pela segurança do centro foram obrigados a ir para casa. "Está tudo ao abandono. Já levaram o recheio e agora só sobram as paredes", acrescentou José Carlos Freitas. A degradação dos edifícios enche também de tristeza os olhos de Vicente Pedra, 73 anos, reformado do centro. "Mataram a aldeia. Tinha tudo, porque, além do centro, havia a parte agrícola, com 1070 hectares, que só não dava sal", disse .

A terra, que chegou a render mais de 450 mil euros em cortiça e eucaliptos, em 2001, está emprestada a agricultores. O Estado nada recebe em troca.

Académicos de Elvas reunidos à mesa

O Grupo de Forcados Amadores Académicos de Elvas fizeram o jantar de Gala de comemoração dos dez anos, no Restaurante Varchotel, na noite de 4 de Dezembro.

Na chegada de cada forcado estava à espera um abraço de camaradagem e um pin que todos orgulhosamente colocaram no casaco para jamais esquecerem esta data.

Entre os presentes estiveram três convidados especiais, Joaquim Bastinhas e sua esposa e o Vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha.

Com música ambiente os 30 forcados e acompanhantes conviveram durante um longo jantar.

Terrugem e São Vicente em ambiente natalício

A Junta de Freguesia da Terrugem e de São Vicente e Ventosa organizaram as festas de Natal, no passado sábado, dia 4 de Dezembro.

Como já vai sendo habitual, as Juntas de Freguesia em colaboração com a Câmara Municipal de Elvas, proporcionam todos os anos nesta época, uma refeição de convívio para se comemorar o Natal.

O almoço decorreu no Pavilhão Multiusos da Terrugem onde centenas de idosos tiveram uma refeição quentinha servida por vários voluntários e onde não faltaram os elementos do Agrupamento de Corpo Nacional de Escutas na Terrugem para darem apoio à festa.

O Pavilhão Multiusos de São Vicente e Ventosa ao fim do dia começou a encher-se e tornou-se pequeno para acolher todos os que quiseram estar presentes nesta festa calorosa. Reunidos à mesa para jantar estiveram várias gerações a conviver.

Em ambas as festas depois das refeições houve animação musical, onde os presentes puderam dar um pezinho de dança. As festas de Natal continuam, e para o próximo fim-de-semana vão realizar-se em mais duas freguesias do Concelho.

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