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REGUENGOS: Centro de Vacinação vai ter animação musical e um mágico para as crianças


 
O Centro de Vacinação de Reguengos de Monsaraz vai proporcionar animação com música e com o mágico Rivotti para as crianças enquanto esperam para serem vacinadas com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Esta iniciativa do Município de Reguengos de Monsaraz tem como objectivo descontrair as crianças para que se sintam bem, seguras e confortáveis num espaço mais acolhedor e com actividades para a sua idade.

O mágico Rivotti vai divertir os mais novos nos dias 18 e 19 de Dezembro, das 9.00 às 13.00 horas, dias em que vão ser vacinadas as crianças de 11 e 10 anos, respectivamente. A animação com música e com o mágico decorrerá no dia 6 de Janeiro quando vão ser inoculadas as crianças de 8 e 9 anos de idade e no dia 15 de Janeiro quando vão ser vacinadas as crianças de 6 e 7 anos, em ambas as datas com o Centro de Vacinação a funcionar das 9.00 às 13.00 horas e entre as 14.00 e as 17.00 horas.

O último dia com animação musical e com o mágico Rivotti será no dia 22 de Janeiro, das 9.00 às 13.00 horas, quando vão ser inoculadas as crianças de 5 anos de idade. A autarquia apela a que seja efectuado o agendamento da vacinação para as crianças, podendo também deslocar-se ao Centro de Vacinação localizado no Parque de Feiras e Exposições no dia indicado para cada idade.

Delta Q mostra como é viver em Contraciclo


 
"Há histórias que começam pelo fim. Ou pela noite. Assim começam os dias de quem vive ao contrário dos ponteiros do relógio. De quem se levanta quando o sol se deita e se cruza com o dia apenas por um instante. Estas pessoas vivem num Contraciclo."

Enquanto marca atenta ao que se passa em seu redor, a Delta Q vai mergulhar na vida de quem trabalha à noite e acompanhar a história destas pessoas, com um café e dois dedos de conversa, num conteúdo documental, optimizado para redes sociais, que tem como propósito aumentar a consciência global para profissões por vezes um pouco esquecidas, mas essenciais ao bom funcionamento da sociedade.

Ao longo dos três episódios que constituem esta primeira temporada do Contraciclo, a Delta Q irá documentar e acompanhar a jornada daqueles que vivem "ao contrário" neste padrão horário, desde o momento que saem de casa até ao seu regresso, mostrando as principais motivações, histórias e desafios de quem faz da noite o seu dia.

Segundo Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro, "estamos tão habituados a viver dentro de determinados padrões horários que, muitas vezes, nos esquecemos daqueles que vivem no ciclo oposto para que nada nos falte. Estas pessoas merecem ser vistas, ouvidas e enaltecidas. O que seria da sociedade sem aqueles que fazem da noite o seu dia, e que têm no café o seu combustível para se manterem acordados, para que nós, os restantes, ao acordar, tenhamos tudo aquilo que precisamos? É importante apoiar e dar visibilidade a todos, sem excepção e, acredito, o Contraciclo vem dar outra consciência e relembrar quem não pode ser esquecido".

Contraciclo é uma iniciativa inédita para a Delta Q, que conta com a realização de António Aleixo e Telmo Vicente.

CAMPO MAIOR: Festas do Povo classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade


 
As Festas do Povo de Campo Maior, foram esta quarta-feira, dia 15 de Dezembro, classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A inscrição como Património Cultural Imaterial das festas comunitárias portuguesas, na vila de Campo Maior, na região do Alentejo, foi aprovada ao início desta tarde, na 16.ª reunião do Comité do Património Mundial da UNESCO, que está a decorrer em Paris (França), até sábado, dia 18.

Tradição secular e realizadas pela última vez em 2015, as Festas do Povo de Campo Maior são conhecidas por apresentarem dezenas de ruas, sobretudo no centro histórico, “engalanadas” com milhares de flores de papel, feitas pela população de forma voluntária. Promovidos pela Associação das Festas do Povo de Campo Maior (AFPCM), os festejos na vila alentejana eram já reconhecidos internacionalmente pela sua originalidade e cariz popular, com os habitantes a prepararem a ornamentação das ruas durante meses a fio.

Esta tradição, identitária de Campo Maior, tem vindo a ser transmitida de geração em geração, oralmente e de forma informal, com os mais velhos a ensinarem aos mais novos os segredos da elaboração das flores que ornamentam os espaços públicos da vila.

A candidatura à UNESCO foi promovida pela Câmara Municipal de Campo Maior, AFPCM e a Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo.
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