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AHRESP defende novo quadro de apoio se restaurantes voltarem a fechar

A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu este sábado, dia 9 de Janeiro, a necessidade de "um novo quadro de apoio às empresas e aos seus trabalhadores" caso os restaurantes voltem a encerrar devido à Covid-19.

Em comunicado, a AHRESP recorda as declarações do ministro da Economia, que na sexta-feira admitiu a possibilidade de os restaurantes voltarem a encerrar face ao agravamento da situação pandémica, salientando ser cada vez mais urgente "a imediata disponibilização das medidas anunciadas pelo Governo" em Dezembro.

Além disso, acrescenta a associação, a concretizar-se o encerramento dos estabelecimentos de restauração, mantendo-se a funcionar apenas em "take-away" e para entregas ao domicílio, "será necessário um novo quadro de apoio às empresas e aos seus trabalhadores".

COVID-19 : Governo confirma novo confinamento

O Governo confirmou este sábado, dia 9 de Janeiro, que o país vai avançar para um novo confinamento. O anúncio foi efectuado por Mariana Vieira da Silva, Ministra da Presidência, após o término das audições com todos os partidos com assento parlamentar no Palácio de São Bento.

Segundo a ministra, "o confinamento será muito próximo daquele que existiu nos meses de Março e Abril, garantindo em princípio que não fecharemos nada que não tivesse sido fechado, e portanto a agricultura, a indústria, a distribuição continuará a funcionar, de forma a garantir também, que os bens essenciais do portugueses, não faltarão".

"O detalhe, ao certo…, de cada tipo de loja de cada tipo de comércio, não vale a pena estar a adiantar, pois, se já soubesse-mos já teríamos tomado as medidas", disse a ministra.

"É necessário percebermos que se tivéssemos tomado as medidas à uma semana, teríamos tomado medidas com base em informação incompleta… foi por isso que adiamos uma semana, e é por isso que é fundamental ouvir na terça-feira os peritos", disse Mariana Vieira da Silva.

O anúncio deste novo confinamento deverá ocorrer na terça-feira, dia 12 de Janeiro, depois da reunião do Conselho de Ministros.

ELEIÇÕES: Voto antecipado em mobilidade pode ser pedido a partir deste domingo, dia 10 de Janeiro


 
Os portugueses que não puderem votar nas presidenciais marcadas para o próximo dia 24 de Janeiro, podem pedir, a partir deste domingo, dia 10 de Janeiro, para exercer o seu direito de voto uma semana antes, numa mesa de voto à sua escolha. O voto antecipado em mobilidade foi alargado por lei aprovada no parlamento e pode ser feito na sede de cada um dos 308 concelhos do país, em vez da sede do distrito, como aconteceu nas eleições legislativas de 2019.

Assim, quem quiser antecipar o seu voto para 17 de Janeiro, numa qualquer Câmara Municipal, em vez do dia 24 na mesa de voto onde está inscrito, tem de o fazer entre domingo e quinta-feira, dia 14.

O pedido pode ser feito por via electrónica junto do Ministério da Administração Interna, em www.votoantecipado.mai.gov.pt ou através de correio normal. O eleitor deve mencionar o nome completo, data de nascimento, número de identificação civil, morada, mesa de voto antecipado em mobilidade onde pretende exercer o direito de voto, endereço de correio electrónico e/ou contacto telefónico, havendo uma minuta na página da Internet do Ministério da Administração Interna.

A 17 de Janeiro, o eleitor vota na mesa do local escolhido, de acordo com a alteração à lei, aprovada em Outubro pela Assembleia da República.

Além do voto antecipado em mobilidade, há mais possibilidades de exercer o direito cívico antes do dia 24 de Janeiro. É o caso dos eleitores em confinamento obrigatório devido à pandemia de Covid-19.

Neste caso, terão de manifestar a sua intenção de votar no domicílio ou noutro local que não hospitalar entre quinta-feira e domingo (entre 14 e 17 de Janeiro) através de carta ou no site www.votoantecipado.mai.gov.pt. Equipas municipais, devidamente equipadas e com regras sanitárias estritas, recolherão depois o  voto nos dias 19 e 20 de Janeiro.

De recordar que as eleições presidenciais estão marcadas para 24 de Janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.
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