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CAMPO MAIOR: GNR detém homem por furto em estabelecimento comercial

A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve um homem, de 29 anos de idade, por furto em estabelecimento comercial, em Campo Maior.

Na sequência de uma acção de policiamento aos estabelecimentos comerciais daquela localidade, os militares da Guarda constataram que no interior do estabelecimento se encontrava o suspeito que, ao aperceber-se da chegada da Guarda, tentou abandonar o local sem efectuar o pagamento dos bens que solicitou. O indivíduo encetou uma fuga apeada, tendo sido interceptado pouco depois e detido em flagrante.

O detido foi constituído arguido, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Elvas.

AVIS: GNR identificou duas pessoas por roubo a idoso


 
A Guarda Nacional Republicana (GNR) através do Posto Territorial de Avis, identificou um homem de 29 anos e uma mulher de 26 anos, por roubo a idoso, no concelho de Avis.

Segundo a GNR, e na sequência de uma denúncia de um roubo a um idoso com recurso a agressões, os militares da Guarda, através da descrição das características dos suspeitos e do veículo utilizado, levaram a cabo diligências policiais que culminaram com a sua localização e intercepção. O casal foi identificado e constatou-se que estavam na posse de 60 euros em numerário que tinham sido subtraídos ao idoso.
 
Os suspeitos foram constituídos arguidos, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Fronteira.

Núcleo de Arte Contemporânea de Reguengos inaugurado com exposição de 10 obras da coleção do Novo Banco


 
O Núcleo de Arte Contemporânea de Reguengos de Monsaraz foi inaugurado na manhã desta segunda-feira, dia 3 de Maio, com uma exposição de 10 obras da colecção do Novo Banco. Nesta nova galeria de arte localizada no Palácio Rojão, onde está instalada a biblioteca municipal, vão estar expostas durante cinco anos obras de Graça Morais, José Pedro Croft, Rui Sanches, Luís Noronha da Costa (1942-2020), Lucio Muñoz (1929-1998) e Manuel Amado (1938-2019).
 
Esta mostra de artistas contemporâneos resulta da parceria estabelecida entre o Novo Banco e o Ministério da Cultura para disponibilizar ao público o seu património artístico e cultural. No Núcleo de Arte Contemporânea de Reguengos de Monsaraz poderá ser apreciada uma pintura a tinta celulósica sobre tela e a pintura a óleo sobre tela “Paisagem”, ambas de Noronha da Costa, pintor e cineasta que procurou durante a sua carreira artística trabalhar a perceção da imagem, entre a figuração e a abstracção, utilizando desde a década de 1970 materiais e técnicas até então pouco comuns.
 
Graça Morais, pintora do figurativo, desenvolve o seu trabalho artístico num percurso de identificação com o seu universo e, ao mesmo tempo, de expressão de valores e sentimentos universais, terá nesta mostra o acrílico sobre tela “Transgressão”, de 1987. Manuel Amado deixou a arquitectura para se dedicar exclusivamente à pintura e teve sempre um gosto acentuado pela representação das formas estruturais dos espaços arquitectónicos jogando com as linhas da geometria, com as quais construiu espaços imaginários, tranquilos e silenciosos, onde as linhas estruturantes enquadram e delimitam a luz e a sombra, o interior e o exterior, como mostra nesta exposição o óleo sobre tela “Janela Quadrada”, de 1989.
 
A exposição inaugural do Núcleo de Arte Contemporânea de Reguengos de Monsaraz apresenta também três pinturas de José Pedro Croft, nomeadamente um guache sobre papel de 1996 e duas obras de 2003 em técnica mista sobre papel intituladas “Estudo". Com um percurso artístico marcado no seu início pela orientação do mestre João Cutileiro, José Pedro Croft desenvolve durante a sua carreira uma obra plural que percorre a experiência da escultura e da tridimensionalidade, tratando em simultâneo as questões do desenho e dos seus limites.
 
Rui Sanches é um artista que a partir de 1985 desenvolve um trabalho original de escultura em madeira maciça ou transformada, onde conjuga formas orgânicas e estruturais, num cruzamento de múltiplas abordagens técnicas e formais, terá nesta exposição uma escultura de 2004 em contraplacado de madeira de tola. Considerado um dos pioneiros da arte abstracta espanhola, Lucio Muñoz desenvolveu a sua obra conjugando materiais como a madeira, terra, cartão e pigmentos, explorando a partir de finais dos anos 50 do século passado as possibilidades expressivas da madeira como se fosse um material pictórico, vai ter patentes duas obras em técnica mista sobre madeira, nomeadamente “Cuadrado – Tabla 27-94”, de 1994, e “Cuadrado – Tabla 28-95”, de 1995.
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